Sessão 2026-08-15 — O Gato Prometido e o Coração-Raiz
Data: 15 de agosto de 2026 Personagens em foco: Dandelion, Screaky, Allya e Noah Separado do grupo: Astel NPCs em destaque: Poppe e Velho Amarantus Local importante descoberto: Valcinzento
A busca por uma fibra de pergaminho vivo acabou dividindo o grupo em dois caminhos completamente diferentes: enquanto Noah, Screaky e Allya encontraram o Velho Amarantus e descobriram que uma floresta inteira estava morrendo, Dandelion decidiu seguir sozinho o jovem Poppe, prometeu entregar um gato em dois dias e terminou a noite entrando em Valcinzento graças ao método diplomático mais tradicional de um bardo: fogo, música e cara de pau.
O retorno do gato de dois rabos
A sessão começou ainda no meio da floresta, pouco depois do encontro com o jovem Poppe.
Dandelion continuava transformado em seu estranho gato azul de dois rabos, confortavelmente instalado sobre Allya.
Quando o grupo tentou entender melhor a situação, Noah utilizou sua capacidade de falar com animais para conversar com ele.
Dandelion respondeu da maneira mais madura possível:
miando e fingindo demência.
Noah conseguia conversar normalmente com outros animais, mas não com Dandelion. Isso fez o garoto acreditar que talvez alguma coisa estivesse realmente errada com o bardo.
Talvez uma maldição.
Talvez algum efeito mágico desconhecido.
Talvez Dandelion tivesse sido transformado contra a própria vontade.
A verdadeira explicação era consideravelmente mais idiota.
Mesmo assim, Noah ficou genuinamente preocupado.
Primeiro tentou usar Greater Restoration para remover aquilo que acreditava ser uma possível maldição.
Nada aconteceu.
Então tentou Dispel Magic.
Dessa vez funcionou.
O Polymorph foi dissipado e Dandelion retornou à sua forma normal enquanto ainda estava sobre Allya, transformando o pequeno gato que estava em seu ombro em um bardo inteiro pendurado nas costas dela.
Noah gastou recursos mágicos importantes para descobrir que Dandelion estava apenas sendo Dandelion.
Um excelente começo de sessão.
O jovem Poppe
Depois que Dandelion recuperou a capacidade de falar, o grupo voltou a discutir aquilo que havia descoberto.
Aquele Poppe claramente não parecia ser o mesmo homem que eles conheciam.
Era mais jovem.
Sua maneira de falar era diferente.
Seu comportamento parecia diferente.
E, principalmente, ele ainda não demonstrava completamente aquilo que o grupo sabia que ele poderia se tornar.
A possibilidade de estarem realmente diante de uma versão mais jovem de Poppe deixou Screaky especialmente desconfiada.
Se aquilo fosse realmente o passado, qualquer informação revelada poderia ter consequências.
Dandelion reconheceu que aquele homem ainda não parecia ser o Poppe que conheciam.
Mas também deixou claro que não gostava muito dele mesmo assim.
Com ou sem viagem temporal, algumas primeiras impressões resistem ao tempo.
A missão continua
Apesar das distrações, o grupo ainda possuía um objetivo principal.
Astel continuava separado deles, preso em uma espécie de biblioteca infinita.
As informações reunidas anteriormente indicavam que uma fibra de pergaminho vivo poderia ajudá-lo.
Por isso, eles precisavam encontrar um Ent.
O grupo voltou a caminhar pela floresta.
Durante o trajeto, Allya continuou encontrando frutas e plantas estranhas, semelhantes às que já havia encontrado anteriormente, mas com formatos e propriedades diferentes.
Horas se passaram.
O sol começou a desaparecer.
E então Screaky percebeu alguma coisa.
Eles estavam sendo seguidos.
Passos atrás do grupo
Quem quer que estivesse seguindo os aventureiros tentava acompanhar seus movimentos.
Quando o grupo caminhava, os passos continuavam.
Quando eles paravam para ouvir...
os passos também paravam.
Noah tentou localizar a origem do som e percebeu que havia alguma figura entre a vegetação.
Depois de alguma investigação, o responsável foi identificado.
Era Poppe.
O jovem havia seguido o grupo pela floresta.
Isso piorava ainda mais a situação.
Agora eles precisavam decidir não apenas o que fazer com Poppe, mas também quanto poderiam revelar para alguém que possivelmente pertencia ao passado.
O plano improvisado foi agir como um grupo de aventureiros comum e evitar revelar mais informações do que o necessário.
Naturalmente, Dandelion fazia parte desse plano.
Portanto, a margem de segurança era pequena.
Poppe no acampamento
Poppe acabou se aproximando do grupo.
Depois de caminhar por bastante tempo, estava cansado e recebeu água.
Noah utilizou magia para manipular os elementos e produzir água, despertando imediatamente a curiosidade de Poppe.
Isso levou os dois a conversar sobre magia.
Noah mostrou seu livro de anotações e explicou a maneira particular como registrava aquilo que aprendia.
Seu método misturava palavras, sensações, descrições pessoais e tudo aquilo que ele considerava importante para reproduzir uma magia.
Poppe observou o garoto com bastante atenção.
Durante a conversa, porém, algumas das observações de Poppe atingiram Noah de uma maneira que provavelmente não era sua intenção.
Noah acabou interpretando aquilo como uma crítica à maneira como havia aprendido magia.
O garoto ficou claramente abalado.
Para alguém que dedica grande parte da própria identidade a aprender e compreender magia, a ideia de estar fazendo tudo "errado" pesou bastante.
Mesmo sem uma grande discussão, aquele pequeno momento deixou Noah mais quieto pelo restante da noite.
Zoro e o desejo por um gato
Poppe também demonstrou grande interesse por Zoro, o familiar de Noah.
O motivo era simples:
ele queria conseguir um gato.
Noah tentou oferecer uma alternativa.
Poderia ensinar Poppe a invocar um familiar semelhante a Zoro.
Seria muito mais fácil.
Poderia assumir a aparência desejada.
Seria treinado.
E evitaria todo o processo de procurar e domesticar um animal selvagem.
Poppe não pareceu interessado.
Ele queria um gato.
Um gato de verdade.
Foi nesse momento que Dandelion percebeu uma oportunidade.
E toda vez que Dandelion percebe uma oportunidade, alguém deveria imediatamente confiscá-lo.
Dandelion vira gato de novo
Dandelion começou a improvisar uma maneira de usar a obsessão de Poppe por um gato a seu favor.
Em algum momento do plano, ele utilizou novamente Polymorph.
E virou gato.
De novo.
A ideia parecia ser usar aquela forma para se aproximar de Poppe e, de alguma maneira, transformar toda aquela situação em uma oportunidade para chegar ao castelo.
Enquanto Noah, Screaky e Allya tentavam acompanhar o raciocínio do bardo, Poppe estava bastante satisfeito com a possibilidade de finalmente conseguir o animal que procurava.
Noah ainda tentou convencê-lo de que Zoro — ou um familiar semelhante — seria uma opção melhor.
Não adiantou.
Poppe queria um gato.
E Dandelion havia acabado de se colocar no centro do problema.
Literalmente.
A verdade aparece
Eventualmente, a situação do gato falso chegou ao fim.
Dandelion voltou à sua forma normal e Poppe descobriu que o animal era, na verdade, o próprio bardo.
Seria razoável esperar uma reação extremamente negativa.
Mas a conversa tomou outro rumo.
Dandelion revelou que gostaria de chegar ao castelo.
Então veio a descoberta maravilhosa:
toda aquela operação envolvendo gato, Polymorph e enrolação provavelmente era desnecessária.
Havia interesse por músicos.
Dandelion poderia ter simplesmente conversado sobre isso.
Ele havia transformado uma possível oportunidade profissional em uma operação clandestina felina.
Mas um detalhe continuava pendente.
Poppe não esqueceu o gato.
A dívida de Dandelion
Poppe foi direto:
"Senhor músico Dandelion... você me deve um gato. E eu vou cobrar."
Dandelion havia feito um acordo.
Agora precisava cumpri-lo.
Quando Poppe perguntou quanto tempo ele precisaria, Dandelion estabeleceu o prazo:
dois dias.
Em dois dias ele deveria conseguir um gato e levá-lo ao castelo.
Para facilitar o reencontro, Poppe entregou ao bardo uma adaga marcada com um símbolo.
A história seria simples.
Poppe diria que havia perdido a arma.
Dandelion apareceria no castelo alegando tê-la encontrado e iria devolvê-la.
Agora Dandelion possuía:
- uma possível maneira de chegar ao castelo;
- uma ligação direta com o jovem Poppe;
- uma adaga que serviria de justificativa para o reencontro;
- e uma dívida.
Uma dívida felina.
Dois dias para encontrar um gato.
Existem profecias menos perigosas.
A noite no acampamento
Depois de toda a confusão, o grupo montou acampamento.
O clima estava diferente.
Noah ainda parecia incomodado com tudo o que havia acontecido.
Screaky e Allya tentavam manter algum nível de organização.
E Dandelion estava estranhamente focado em outra coisa.
A missão para encontrar o Ent continuava sendo importante.
Era a melhor chance que possuíam de conseguir aquilo que poderia ajudar Astel.
Mas Dandelion também enxergava uma oportunidade única naquele encontro com Poppe.
Então esperou.
O grupo se divide
Quando chegou o momento de continuar a jornada, Dandelion decidiu seguir outro caminho.
Noah, Screaky e Allya continuariam procurando o Ent para tentar ajudar Astel.
Dandelion seguiria a própria pista, tentando reencontrar Poppe e descobrir onde aquilo poderia levá-lo.
A decisão não agradou exatamente todo mundo.
Noah ficou especialmente irritado.
Enquanto o restante do grupo seguia a missão principal, Dandelion continuou sozinho pela floresta, focado em chegar ao destino que havia escolhido.
A partir dali, a sessão passou a acompanhar duas histórias paralelas.
Caminho I — Noah, Screaky e Allya
A floresta começa a mudar
Quanto mais os três avançavam, mais estranha a floresta se tornava.
A magia parecia crescer ao redor deles.
Então algo ainda mais estranho aconteceu.
As próprias plantas começaram a conversar com Noah.
Sem ritual.
Sem magia especial para compreender animais ou vegetação.
Elas simplesmente falavam.
E sabiam quem ele era.
Uma delas chegou a responder diretamente:
"Por aqui sim, Mestre Noah."
As plantas indicavam o caminho correto e pediam que ele trouxesse suas amigas junto.
Noah informou Screaky e Allya que aquilo estava acontecendo mesmo sem qualquer magia ativa.
Ele não sabia se aquilo era algo bom...
ou algo extremamente ruim.
Mesmo assim, continuou seguindo as orientações.
"Mestre Noah"
A situação ficou ainda mais estranha conforme avançavam.
Outras criaturas e habitantes naturais da floresta pareciam reconhecer o grupo.
Alguns sabiam que eles estavam procurando o Ent.
As plantas ajudavam o grupo a passar.
Indicavam caminhos.
Cumprimentavam Noah.
E continuavam tratando o garoto de maneira incomum.
Mestre Noah.
Noah tentava permanecer focado na missão.
Mas era impossível ignorar o fato de que aquela floresta parecia reconhecê-lo de uma maneira que nem ele compreendia.
O Velho Amarantus
Depois de seguir as orientações da própria floresta, o grupo finalmente encontrou o Ent.
A enorme criatura despertava lentamente.
Muito lentamente.
Para ele, até mesmo acordar era um processo que poderia levar dias.
Quando finalmente abriu os olhos e se apresentou, o grupo descobriu seu nome:
Velho Amarantus.
Noah o cumprimentou com respeito e explicou imediatamente o motivo daquela visita.
Astel estava preso em uma biblioteca infinita.
Eles procuravam uma maneira de ajudá-lo.
E haviam descoberto que uma fibra de pergaminho vivo poderia ser necessária.
O grupo não queria ferir o Ent.
Não queria arrancar nada dele.
Queriam saber se existia alguma forma de conseguir aquilo através de um acordo.
Velho Amarantus respondeu com uma proposta.
Uma troca.
O Coração-Raiz
Velho Amarantus mostrou que algo estava faltando em seu corpo.
Um espaço onde deveria existir uma parte importante dele.
Seu Coração-Raiz havia sido levado.
E a ausência daquela peça estava afetando muito mais do que apenas o próprio Ent.
A floresta precisava daquele coração.
Sem ele, ela morreria.
O Coração-Raiz estava em uma vila próxima.
Velho Amarantus pediu que o grupo o recuperasse.
Mas colocou uma condição extremamente importante:
ninguém da vila deveria ser ferido.
O outro lado do problema
Os habitantes da vila não haviam levado o Coração-Raiz simplesmente por maldade.
Eles o utilizavam como proteção.
Velho Amarantus explicou que existem muitas forças ruins no mundo e que algumas delas só podem ser mantidas afastadas através de algo extremamente poderoso.
Como o próprio Coração-Raiz.
Isso transformou uma missão aparentemente simples em um dilema.
Se o grupo recuperasse o coração sem encontrar outra solução, os moradores poderiam ficar vulneráveis.
Se deixasse o coração onde estava, a floresta morreria.
Noah imediatamente começou a procurar uma terceira opção.
Talvez os moradores pudessem viver próximos da floresta.
Talvez existisse alguma maneira de ambos os lados cooperarem.
Talvez fosse possível proteger os dois povos.
Velho Amarantus deixou claro que a situação não seria tão simples.
A memória dentro do coração
Então veio outra revelação.
Dentro do Coração-Raiz estava guardada a memória do povo de Velho Amarantus.
Sem ela, eles começariam a perder aquilo que sabiam.
Sua história.
Suas lembranças.
Aquilo que formava sua civilização.
O problema, portanto, não era apenas manter árvores vivas.
A própria identidade daquele povo estava desaparecendo.
Foi nesse momento que Velho Amarantus voltou a tratar Noah de maneira peculiar:
"Você, pequeno mestre, deve entender."
Mais uma vez, Noah foi chamado de mestre.
Primeiro pelas plantas.
Agora pelo próprio Velho Amarantus.
O garoto ainda não sabe exatamente por quê.
A nova missão
Noah, Screaky e Allya agora possuem uma nova missão diretamente ligada à busca para salvar Astel:
recuperar o Coração-Raiz de Velho Amarantus.
Mas existem regras.
Eles precisam encontrar uma maneira de:
- devolver o Coração-Raiz;
- impedir que a floresta morra;
- preservar as memórias do povo de Velho Amarantus;
- não ferir os habitantes da vila;
- e descobrir como proteger essas pessoas da ameaça contra a qual usam o coração.
Não existe uma solução simples.
E provavelmente bater em todo mundo está fora de questão.
O que, considerando o histórico do grupo, já remove cerca de 70% dos planos disponíveis.
Caminho II — Dandelion e Poppe
Dandelion reencontra Poppe
Enquanto o restante do grupo seguia pela floresta, Dandelion continuou sozinho.
Seu objetivo era reencontrar Poppe e descobrir até onde aquela oportunidade poderia levá-lo.
Os dois acabaram seguindo juntos.
Quanto mais tempo Dandelion passava com aquele Poppe, mais evidente ficava a diferença entre o jovem diante dele e a pessoa que conhecia no futuro.
Ainda existiam muitas perguntas sobre quem ele era naquela época.
E, principalmente, sobre o que aconteceria para transformá-lo.
A chegada da noite
A viagem levou Dandelion e Poppe até uma região fortificada.
A noite já havia caído.
Foi quando a situação começou a ficar realmente perigosa.
Uma estranha ameaça se aproximava da região.
Entre a escuridão e a vegetação, raízes avançavam sobre aqueles que permaneciam do lado de fora das defesas.
O objetivo delas parecia ser agarrar criaturas e puxá-las para longe.
As pessoas protegidas pela fortificação já conheciam aquele perigo.
Dandelion e Poppe, porém, ainda estavam do lado errado do portão.
Como chamar a atenção de uma cidade
Dandelion precisava fazer os guardas perceberem que havia gente do lado de fora.
Naturalmente, escolheu sutileza.
Uma Fireball chamou imediatamente a atenção dos homens sobre as muralhas.
A explosão causou uma discussão entre os guardas.
Alguns defendiam que deveriam abrir o portão porque aqueles que estavam do lado de fora claramente estavam lutando contra alguma coisa.
Outros não queriam arriscar a segurança de toda a cidade.
Poppe tentou ajudar:
"A gente é amigo, deixa entrar."
Um argumento imediatamente reconhecido como exatamente o tipo de frase que um inimigo usaria.
A negociação não estava indo muito bem.
Então Poppe fez a pergunta correta:
talvez a música de Dandelion pudesse resolver aquilo.
Agora sim estavam falando a língua certa.
O pato que abriu um portão cantando
Dandelion começou uma apresentação.
Do lado de fora.
Com criaturas perigosas se aproximando.
Enquanto aguardava um grupo de guardas decidir se ele merecia ou não continuar vivo.
A música começou a mudar o clima sobre as muralhas.
Os guardas se animaram.
A discussão mudou.
A performance foi boa o suficiente para finalmente fazer o portão se abrir.
Então Dandelion fez aquilo que qualquer artista profissional faria.
Correu enquanto continuava cantando e tocando.
Poppe entrou junto.
Assim que os dois atravessaram, os guardas fecharam novamente o portão.
Estavam seguros.
Por aproximadamente cinco segundos.
Porque então apareceu o capitão.
"É um pato que canta, senhor"
O capitão encontrou seus homens comemorando a chegada de um pato.
Ele obviamente quis saber que porra estava acontecendo.
A explicação dos soldados foi impecável:
"É um pato que canta, senhor."
O capitão ficou ainda mais irritado.
Eles haviam colocado toda a cidade em risco simplesmente porque gostaram da apresentação de um pato cantor.
A punição foi imediata:
hora extra para todo mundo no dia seguinte.
Dandelion, naturalmente, havia conseguido exatamente o que queria.
Estava dentro.
Música resolve problemas.
Às vezes também cria problemas trabalhistas para terceiros.
Valcinzento
Depois de toda a confusão, Dandelion finalmente descobriu onde havia chegado.
A cidade se chamava:
Valcinzento.
Apesar da entrada pouco convencional, Dandelion e Poppe receberam permissão para permanecer nas acomodações ligadas à guarda.
O capitão perguntou o nome daquele estranho pato cantor.
A resposta foi simples:
Dandelion de Rívia.
Agora o bardo estava dentro de Valcinzento.
Separado de seus companheiros.
Ao lado do jovem Poppe.
E ainda carregando a promessa de encontrar um gato em dois dias.
James
Mais tarde, durante as apresentações formais, Poppe revelou outro detalhe.
Seu nome:
James.
A revelação pegou Dandelion completamente desprevenido.
O homem que o grupo conhecia como Poppe também se apresentou como James.
Isso adicionou mais uma informação à já crescente lista de coisas que o grupo não sabia sobre o passado dele.
Para Dandelion, porém, havia uma questão ainda mais urgente:
ele conhecia James demais.
Só não lembrava daquele.
Estado ao final da sessão
Dandelion
Dandelion terminou a sessão separado do restante do grupo.
Ele está em Valcinzento, acompanhado pelo jovem Poppe — que revelou se chamar James.
Dandelion agora possui:
- uma ligação direta com Poppe;
- informações sobre seu passado;
- uma possível maneira de chegar ao castelo;
- uma adaga marcada que poderá ser usada como justificativa para reencontrá-lo;
- acesso temporário a Valcinzento;
- e uma dívida extremamente importante.
Encontrar um gato em dois dias.
O futuro pode estar em risco.
Astel pode estar preso em outra dimensão.
Uma floresta inteira pode estar morrendo.
Mas contrato é contrato.
Noah, Screaky e Allya
Os três encontraram o Velho Amarantus.
Descobriram que o Ent pode ajudá-los a conseguir aquilo que procuram para salvar Astel, mas exige algo em troca:
o Coração-Raiz.
O objeto está com habitantes de uma vila próxima.
Eles o utilizam para se proteger contra ameaças poderosas.
Ao mesmo tempo, sem o coração:
- a floresta morrerá;
- o povo de Velho Amarantus perderá suas memórias;
- e toda aquela civilização corre risco de desaparecer.
Velho Amarantus exigiu que o grupo recupere o Coração-Raiz sem ferir os moradores.
O grupo precisará encontrar uma solução que salve os dois lados.
Noah e o mistério das plantas
Outro grande mistério surgiu durante a sessão.
A floresta conhece Noah.
As plantas falam com ele espontaneamente.
Sabem seu nome.
Indicam caminhos.
Ajudam-no.
E o chamam de:
Mestre Noah.
Velho Amarantus também utilizou uma expressão semelhante:
pequeno mestre.
Noah ainda não sabe o significado disso.
Mas está ficando cada vez mais difícil tratar como coincidência.
Astel
Astel continua separado do restante do grupo, preso na biblioteca infinita.
A busca pela fibra de pergaminho vivo permanece ligada diretamente à tentativa de ajudá-lo.
Enquanto Dandelion segue Poppe e Noah, Screaky e Allya tentam resolver o problema de Velho Amarantus, Astel continua aguardando uma saída.
A missão original ainda não terminou.
Ela apenas ficou muito mais complicada.
Principais acontecimentos da sessão
- Dandelion começou a sessão ainda transformado em gato.
- Noah tentou falar com ele usando sua ligação com animais.
- Dandelion fingiu que não conseguia entendê-lo.
- Noah acreditou que o bardo poderia estar amaldiçoado.
- Greater Restoration não resolveu o "problema".
- Dispel Magic finalmente removeu o Polymorph.
- O grupo confirmou que o jovem Poppe parece muito diferente daquele que conhecem.
- Poppe seguiu o grupo pela floresta.
- Noah conversou com Poppe sobre sua forma de aprender magia.
- Poppe demonstrou interesse por Zoro.
- Dandelion voltou a usar Polymorph para se transformar em gato.
- Poppe descobriu a verdade.
- Dandelion revelou que queria chegar ao castelo.
- Poppe cobrou de Dandelion um gato verdadeiro.
- Dandelion prometeu entregar o gato em dois dias.
- Poppe entregou uma adaga marcada para facilitar um futuro reencontro no castelo.
- O grupo se dividiu.
- Dandelion seguiu sozinho atrás de Poppe.
- Noah, Screaky e Allya continuaram procurando o Ent.
- As plantas começaram a chamar Noah de Mestre Noah.
- O grupo encontrou o Velho Amarantus.
- Velho Amarantus pediu que recuperassem seu Coração-Raiz.
- O Coração-Raiz está sendo utilizado por uma vila como proteção.
- O grupo não pode ferir os habitantes durante a recuperação.
- Dentro do Coração-Raiz estão as memórias do povo de Velho Amarantus.
- Dandelion e Poppe foram ameaçados do lado de fora de uma cidade fortificada.
- Dandelion utilizou Fireball para chamar a atenção dos guardas.
- Depois utilizou música para convencê-los a abrir o portão.
- Os guardas receberam hora extra por colocarem a cidade em risco por causa de "um pato que canta".
- Dandelion e Poppe chegaram a Valcinzento.
- Poppe revelou se chamar James.
Ganchos para a próxima sessão
O gato
Dandelion possui apenas dois dias para encontrar um gato e cumprir sua promessa com Poppe.
O que deveria ser uma tarefa simples provavelmente será transformado em uma operação internacional.
Porque é Dandelion.
O castelo
A adaga entregue por Poppe oferece a Dandelion uma desculpa plausível para aparecer no castelo.
Isso pode colocá-lo ainda mais perto do passado de Poppe e de pessoas que o grupo conhece apenas de outra época.
James
Poppe revelou seu nome como James.
Ainda não está claro quanto daquela pessoa existe no Poppe conhecido pelo grupo no futuro — ou o que aconteceu entre esses dois pontos.
O Coração-Raiz
Noah, Screaky e Allya precisam recuperá-lo.
Mas tirá-lo da vila pode deixar os habitantes vulneráveis.
Não recuperá-lo condenará a floresta e as memórias do povo de Velho Amarantus.
A solução precisará salvar os dois lados.
Mestre Noah
As plantas sabem quem Noah é.
Velho Amarantus parece reconhecer algo nele.
A razão continua desconhecida.
A ameaça de Valcinzento
As criaturas e raízes que ameaçam aqueles que ficam fora das defesas de Valcinzento continuam sendo um mistério.
O que existe além das muralhas claramente é perigoso o bastante para justificar regras extremamente rígidas sobre abrir o portão durante a noite.
Astel
Apesar de todos os novos problemas, Astel continua sendo a razão original pela qual o grupo procurava o Ent.
A fibra de pergaminho vivo ainda é necessária.
E qualquer atraso pode ter consequências.
Momento da sessão
"Senhor músico Dandelion... você me deve um gato. E eu vou cobrar."
Poppe precisava de um gato.
Dandelion precisava chegar ao castelo.
Em algum momento entre essas duas informações nasceu um acordo que absolutamente ninguém deveria ter permitido.
Frase da sessão
Enquanto Noah era reconhecido pelas plantas como "Mestre" e recebia do Velho Amarantus a missão de salvar uma floresta inteira, Dandelion prometia um gato ao jovem Poppe, seguia sozinho pelo mato e literalmente cantava para abrir os portões de Valcinzento.
